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[Top Quotes] Gilda, la abanderada de la bailanta

30 janeiro 2018

O segundo post referente ao livro comentado semana passada neste mesmo lindo canal chamado Galáxia de Ideias, Gilda, la abanderada de la bailanta, agora mostrando as melhores quotes desse fantástico livro, que espero que, assim como a mim, também conquiste vocês...

Antes de tudo: As traduções contêm adaptações feitas por mim porque os argentinos possuem um modo bem único de falar e algumas palavras do espanhol argentino (erroneamente, ainda que popularmente, chamado de castelhano pelos brasileiros) não tem equivalente em português.


“– Talvez eu fosse pouco compreensivo, pouco companheiro. Talvez a falha estivesse em mim também. Ela queria que eu me ocupasse de ela, e não percebi. Não posso me colocar a dizer agora que era ou não por mim, não vou me defender nisso. É ela quem tem de dizer isso... Quando me dei conta, era tarde demais. É assim. Pobres dos dois, porque realmente foi tudo uma tragédia. Não que ela quisesse fazer coisas, muito menos que fosse dedicar-se à música, porque eu sempre a ouvi cantar, apenas o que veio depois.” – Pág. 17

Essa quote a princípio não parece ter um sentido lá muito completo, mas, uma coisa fica muito clara desde o começo do livro: o Raúl Cagnin admite não ter sido o companheiro que a Gilda precisava e o próprio, muito tristemente e eu até diria que com sério remorso, assume que era muito machista e ciumento, dois fatores que colaboraram fortemente para desgastar a relação de ambos.

“Uma tarde, Miri se aproxima do piano sem uso.
Não tem ainda quatro anos e já se senta a tocar sozinha.
Viu sua mãe, que o faz pouco menos que às escondidas, e a imita.
É assombroso.
Também ela vai modelando a voz como a de sua mãe, inclusive melhor que ela. E assim como empreende com as brancas e pretas teclas de marfim e o canto, aprende a ler com ajuda de sua prima Edith, dez anos mais velha, que durante os meses de verão na casa de Baigorria passa o tempo todo com ela. É tanta a facilidade da pequena que aos quatro anos Tita a inscreve no Instituto Nossa Senhora do Bom e Perpétuo Socorro de Villa Luro, um colégio de freiras conservador criado como refúgio para as jovens obreiras filhas dos imigrantes que se multiplicavam na Buenos Aires de 1900.” – Págs. 23 e 24

Isso é só uma mostra do que Miriam Alejandra Bianchi seria anos depois, já consagrada como Gilda. Uma cantora sem igual, uma compositora prolífica e criativa e inclusive poeta de primeira. Tita, caso alguém não esteja situado nisso, era o apelido da mãe de Gilda, Isabel Scioli.

“O certo é que a menina que será Gilda não quer ir para cima nem para baixo.
Não gosta do que mostram nem de um lado e nem do outro.
Esse será seu drama existencial até que ela entenda como é a coisa, e assim aprende a acreditar muito em Deus, em Jesus, mas não a dar tanta importância às instituições.” – Pág. 26

Um complemento da quote anterior considerando como os colégios religiosos geralmente procedem, assustando as crianças com conceitos muitas vezes deturpados de céu e inferno.

“Pouco demora em aprender a tocar, também ao violão do namorado de sua vizinha. E se torna frequentadora dos carnavais e bailes populares da cidade, onde a orquestra de Alberti será líder durante toda a década. Tanto como ir ouvir música lhe fascinam as travestis, que se mostram desinibidas e alegres nos caminhos; a impressiona a sensualidade desses homens mais femininos que as mulheres de tanto imitar gestos alheios. E em sua cabeça vai se formando a ideia que Deus deveria ter feito as pessoas sem sexo, para que cada um pudesse escolher o que mais coincida com seu gosto pessoal, o que mais se identifique com seu interior. Cada um tem que poder ser como é, e não só com liberdade sexual: com liberdade de espírito.” – Págs. 27 e 28.

QUE TIRO FOI ESSE?! (Me perdoem, foi mais forte que eu.) 



Págs. 55 e 56. (Créditos à página do Facebook Adorable Gilda pela foto.)

Sem palavras de tão emocionante. Não traduzi embora eu devesse porque só de relembrar que infelizmente a pequena Mariel se foi junto com a mãe, eu choro muito. Porque se dependesse da criação da Gilda, ela teria sido uma mulher fantástica.

“Já convertida em Gilda, falará da veia artística que sempre teve, e de como em sua casa não a alimentaram: quando os pais descobrem com essa habilidade deveriam incentivá-la para que esse menino ou menina seja o que quiser ser, dirá. Em seu caso, essa faceta ficou adormecida. Ser docente, professora de jardim de infância e de educação física, ter um cenário para ela apenas, organizar milhares de eventos em benefício ou para as crianças, esteve bem, mas limitado às famílias que frequentavam essa escolinha. Desenvolver-se como artista era outra coisa. E teria sido bom saber de antemão quais obstáculos teria que superar.” – Pág. 80.

Uma pequena lição de como fazer a coisa realmente certa.

“– Não acredito na fama – dirá Gilda relembrando aquela época – Eu gostaria de ser uma pessoa de êxito em minha vida, não apenas na minha carreira. Tenho dois filhos. Uma menina de oito anos e um menino de cinco. Eles estão muito contentes que sua mãe cante. O menor pega o violão todos os dias. Faz pouco falou com o Cholo para lhe dizer que quer trabalhar comigo. Me disse: “Mamãe, vou deixar a Pré-Escola e vou com você para te cuidar. Eu o respondo: “Primeiro estude e quando estiver grande, poderá fazer o que quiser.” Me disse que ele havia arrumado tudo com a diretora do colégio. E também a menina é muito minha companheira, muito estudiosa e ainda, cozinha muito bem. Porém ela não gosta tanto de música.
Do que Mariel gosta é de escrever-lhe cartinhas.” – Págs. 122 e 123.

Ela relembrando o início de sua carreira e falando dos filhos que ela tanto amava. Por que, eu me pergunto, tudo tinha que terminar tão tristemente para eles?

“... verdadeiramente feliz... não se deve viver... miri... com um egoísta.
Cuide de sua vida e não renuncie ao seu livre arbítrio por nada.
Não imite a esses maus comediantes que só podem cantar com o coral do coração dos outros.
Acreditar é em primeiro lugar querer acreditar.
Enquanto a recordação estiver serena e mantenha memória de um amor sem fraude, estaremos sempre juntos, como o fogo, as mãos próximas, o amor, o anjo.
Quando deseja algo com seu coração e o visualiza como se realmente fosse acontecer, o dia chega quando menos se espera.
Ao medo e a dor, não há que levá-las a sério.” – Págs. 130 e 131.

Novamente mostrando a vocês que figura fantástica era Gilda e a próxima quote vai mostrar que apesar dela ser muito boa de coração, ela também sabia botar quem merecia no devido lugar...

“Volta ao norte meia dúzia de vezes e nas viagens fala com os plomos e os músicos. Se interessa por cada um. Às vezes os defende de Toty, que o trata com mão de ferro e premeditado desdém.
...
Toty é de implicar o tempo todo com os peruanos: lhes crava um dedo nos rins, dá em suas cabeças com os nós dos dedos ou nos dedos deles com as baquetas da bateria.
– Já se olhou no espelho?! – ela lhe grita quando o negro Larrosa (Raúl Larrosa) lhe informa de suas arbitrariedades, e o traz de volta à realidade: – Quem você pensa que é? Aos meus garotos você não maltrata mais!
Toty muda um pouco sua atitude, trata de se fazer simpático.
– Trouxa – diz ela a Larrosa quando Gilda não o vê.” – Págs. 133 e 134.

A palavra em espanhol era buchonazo, mas como não existe uma tradução oficial dela para o português, usei a palavra trouxa como equivalente. No caso de “plomos”, não encontrei uma palavra que pudesse definir, então deixei desse jeito. Ainda, isso reforça o que eu comentei no meu primeiro post sobre Gilda, no Baú Musical, sobre Toty Giménez ser uma figura bastante controversa entre os fãs. Eu diria até mesmo odiado profundamente por eles.

“Fomos ao caminho de Avellaneda. Havia muita gente e tudo saiu muito bem.
Fui com Mariel. Tudo era lindo.
Me senti de alguma forma recompensada. Tantas amarguras, tantos dissabores, tantas tristezas. Hoje me sinto quase feliz porque vejo como cresce esse sonho que tanto nos custa reencontrar.
A vida nem sempre presenteia. Essa é a estrela dos eleitos, que podem ter o que desejam apenas pedindo. Os demais temos que lutar com unhas e dentes e demonstrar a força interior que temos em cada ato ainda que nos sintamos desprezados, humilhados e até denegrida nossa dignidade ao mais insuportável, por gente que é uma merda, que não serve para nada. Do mesmo e proporcionalmente porque têm o que nós não temos: PODER. Moral: nunca desistir. Um nunca vai saber quando estará bem abaixo ou bem acima.” – Págs. 143 e 144.

(nunca bajar los brazos era a frase em espanhol que vinha depois de moraleja. Como não encontrei uma tradução até porque não faria sentido se fosse literalmente traduzida, tive de adaptar ao significado mais correto ao equivalente no português.)

Trecho de um dos diários íntimos de Gilda. Dá o que pensar, não acham? Ainda lembrem-se do que Octavia Butler, autora de Kindred, dizia quando lhe perguntavam porque ela escrevia sobre “poder”.

“Ninguém pode fazer ninguém feliz. A felicidade é um estado interior no qual não há vento a favor ou contra. Se pode estar alegre ou triste, quais sejam as emoções. Porém se é feliz quando apesar das adversidades, um trabalha para conseguir seus objetivos, quando, por exemplo, um casal é feliz apesar de não poder ter um filho e vivem seu amor sustentando e compartilhando temores e desafios.
Se é feliz quando o esforço, o trabalho, a indiferença, as críticas, os valores que fazem um ser humano ao homem a autoestima que o converte em seu próprio melhor amigo.
Se é feliz quando não se tem medo das desgraças que perturbam o hoje.” – Pág. 147.

Mais um trecho dos diários íntimos da cantora que também dá o que pensar.

Para fechar, uma demonstração de como a imaginação é capaz de mover montanhas tanto quanto a fé... (E de novo o porquê de Toty Giménez ser considerado uma figura tão controversa e até odiada pelos fãs.)

“A um dos shows que se dão em Cumbilândia de Pacheco vem sempre uma senhora com uma menina e sua bebê; a bebê tem tampões nos ouvidos, mas não para de chorar.
– Che, canta bem. Deve estar desafinando como louca para que a menina chore assim – lhe diz Toty ao ouvido – Certo que a mãe a trouxe para te ver como castigo...
Gilda fala com a menina:
- Ai, olha que horas são e você com a bebê.
Quando termina o show e estão para embarcar no ônibus se aproximam as duas. A menina explica que queria conhecê-la porque sua mãe tentou o suicídio cortando os pulsos e durante o tempo que esteve em terapia intensiva ela a fazia escutar Baila esta cumbia pelo fones de ouvido apoiando seu walkman sobre o peito dela até se recuperar. Gilda a ouve estupefata. Os músicos a apressam para ir, outro show os espera, não podem ficar falando com cada fã.
– Estamos perdendo tempo com isso. Armemos uma barraca e ponha-se a curar gente...
– Com isso não se brinca – diz ela. E muito depois: – Por um milagre de Deus essa mulher se recuperou e como as crianças são muito fantasiosas a menina pensava que fui eu quem a curou. O engraçado foi que quando terminou de me contar essa história, a senhora me disse que queria que eu a curasse do diabetes. Me dizia: “Me toque, Gilda, e me cure.” Eu a respondi surpresa que não podia curá-la de nada, que deveria ir a um médico. Porém ela insistia: “Não, Gilda, você curou a mãe da menina e quero que também me cure. Me toque, me toque, por favor.” A toquei porque pensei que pelo menos podia ajudá-la a ir para casa feliz. Não gosto que me passem essas coisas. É horrível. Porém se a música tem o poder de conseguir isso, bem vinda seja ela e tudo o que ajude as pessoas a serem felizes.
Ninguém pode prever o fervor que desenvolverá com o tempo essa anedota singular.” – Págs. 158 e 159.

Espero eu que, com tudo isso que eu mostrei, a figura de Gilda fascine a vocês tanto quanto fascinou a mim. Até a próxima, com mais um post vindo diretamente da Argentina e do túnel do tempo.








Renata Cezimbra
Professora desempregada, leitora voraz,
escritora doida e vampiróloga amadora.
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25 comentários:

  1. Gostei dos quotes selecionados, nos dá uma boa ideia do que esperar do livro em si. E como disse na primeira postagem que o desfecho era perfeito para deixar qualquer um louca para ler o tal livro, mediante a estes quotes tenho que usar pela primeira vez o popular LACROU.

    Beijos.
    https://cabinedeleitura0.blogspot.com

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  2. Como Já comentaram, são quotes bem profundos e sentimentais. Gostei bastante e, até então, não conhecia nenhuma obra Argentina.

    Parabéns pelo post!

    /Juliane

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  3. Olá! Gostei muito dessa forma que você apresentou os quotes com comentarios entre eles e achei fantastico seu trabalho de tradução, você trouxe Gilda de uma forma clássica, bem construída e culta!! Adorei a dica!

    Beijos,
    Conta-se um Livro

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  4. Eu me lembro de ter lido uma resenha sobre esse livro (acho até que foi aqui mesmo), mas ainda não havia visto esses quotes. Achei bem interessante a maneira como você trouxe esses trechos.

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  5. Olá, conferir as citações desse livro que você escolheu para o post me fez ficar ainda mais interessada em ler a história.

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  6. Olá!
    Com esses quotes fica difícil não se interessar em conhecer mais a fundo a vida dessa mulher.
    Gostei de conhecer os quotes e suas explicações sobre o que eles significam.
    Beijos!

    Camila de Moraes.

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  7. Oi Rê,
    Sei o quanto seu trabalho escrever esse post, mas valeu a pena. Ficou lindo! E mais ainda, ficou excelente para aguçar a curiosidade em ler o livro. Parabéns.
    Beijos.

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  8. Olá!

    Adoro resenhas que tenham quotes porque nos mostra bem o que esperar dos livros. Parabéns pela sua resenha e a dica foi anotada.

    Beijos!

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  9. Adorei o post, e os quotes e as curiosidades. Fiquei fascinado por tudo o que eles dizem de Gilda e imagino através deles um pouco do porque do livro ter conquistado você. Que tiro foi esse?! heheh Gostei muito de tudo.

    *☆* Atraentemente *☆*

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  10. Olá,
    Não conhecia a cantora e nem sua obra.
    Achei os quotes selecionados bem interessantes e nos mostram o que realmente esperar da obra.
    Deve ter sido meio complicado fazer esse trabalho de tradução, afinal algumas palavras não possuem uma correspondente em nosso idioma.
    Adorei a postagem!

    LEITURA DESCONTROLADA

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  11. Confesso que fiquei meio perdida, apesar de admirar a cada quote. Não vi o primeiro post a respeito, mas esse foi lindo. Adorei sua iniciativa de traduzir tais trechos, de trazer obras em outras línguas. Ainda mais quando se trata do idioma espanhol que tanto amo!

    @segredosdetinta

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  12. Olá!!

    Não conhecia a autora e nem o livro. Gostei bastante dos quotes, mas como não li o primeio post sobre, fiquei meio perdida! Não sabia sobre o espanhol argentino não ter palavras equivalentes em português.

    Beijos

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  13. Que escolha! Ótimos quotes, realmente me deixou animada a conhecer a obra. Pena que eu não leia em espanhol :( você sabe se já tem tradução para português?

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  14. Oi, tudo bem?
    A história da Gilda parece ser bastante emocionante e intensa e os trechos que você destacou reforçam essa impressão. Infelizmente, não é meu estilo de leitura e, por isso, vou passar a dica. Mas para quem gosta do estilo ou tem interesse em saber mais sobre ela, deve ser um livro realmente imperdível.
    Beijos!

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  15. Pela seleção dos quotes, pelas explicações fica evidente que o livro te tocou profundamente. É tão bom quando isso ocorre. Fiquei super curiosa para ler esse livro, graças ao seu empenho.

    Beijos

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  16. Estou acostumada a ver seleção de quotes sempre pequenos, mas ao ler os que você selecionou aqui, com diálogos, dá pra entender bem contexto em que foi escrito. Adorei!!!
    MEU AMOR PELOS LIVROS
    Beijos

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  17. Oi Renata!
    Eu não conhecia o livro e por ser em espanhol fica bem difícil de ler algum dia. Mas lendo os quotes que você separou, dá para ter uma noção do que a história trata e o ritmo e estilo dela.
    O post está muito bem feito e as traduções estão ótimas - melhores do que muitas editoras grandes, rsrs.
    Bjss

    http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/

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  18. Oii,

    Nossa que história interessante, os quotes deixaram uma curiosidade para conferir a história, parece ser algo emocionante e bem envolvente.

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com

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  19. Olá, tudo bem?

    Não conhecia a história, mas parece ser bem interessante. Será se tem em português? Acho que deve fazer muito o tipo de história que eu ia gostar. E amo demais os quotes que você colocou. Dica adicionada.

    Abraços.

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  20. Oiii tudo bem??

    Não conhecia os livros e adorei os quotes.
    Não consigo selecionar quotes em livros, e até que já tentei.
    Adorei o post.
    Bjus Rafa

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  21. Ola!!!

    Eu infelizmente não consegui ver o seu post sobre o livro, mas amei conferir os quotes. Sou meio que a doida dos quotes e esses que você selecionou são bem lindos e intensos, o que ajuda a nos induzir a ler a obra.
    Adorei!

    beijos
    Livros & Tal

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  22. Oi! Só pela ótima tradução e seleção de quotes já se pode ter uma ideia do conteúdo do livro. As palavras marcam profundamente!
    Realmente tem palavras em determinados idiomas que não possuem tradução equivalente, mas uma definição próxima já está de bom tamanho hehe
    Adorei! Vou querer ler!
    Beijos!

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  23. Oi gente! Tudo bem?
    Eu adoraria conseguir responder a cada um de vocês sem parecer um clichêzão do caramba em cada resposta, razão pela qual eu faço um único comentário abarcando um enorme e sincero agradecimento pela visita e leitura!
    Pois são os comentários e visualizações de vocês que tornam possível que o blog cresça e faça melhor a cada postagem que tem como objetivo fazer todos conhecerem mais!
    Abraços e beijos da Lady Trotsky...
    http://www.galaxiadeideias.com
    http://osvampirosportenhos.blogspot.com

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  24. Oi amada! Parece mesmo fascinante, nunca vi essa obra por ai e fiquei feliz d encontrar uma apresentação tão completa a apaixonada! Beijos
    Paula Juliana - Overdose Literária
    https://overdoselite.blogspot.com.br/

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  25. Olá, tudo bom? Normalmente também adoro marcar meus qotes favoritos. Sei que esses tem um significado bastante intenso então é impossível não mostrá-los. Não conhecia a autora e nem sua obra, mas achei tudo muito interessante.

    Beijos,
    www.livroapaixonado.com.br

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