RESENHA DE A MULHER NA JANELA – POR A.J. FINN
RESENHA DE CONTAGEM REGRESSIVA – POR KEN FOLLETT
RESENHA DE UM SEDUTOR SEM CORAÇÃO – POR LISA KLEYPAS

[Dupla Resenha] Insaciável e Mordida - Por Meg Cabot

20 março 2018

Título: Insaciável (Insaciável #1)
Autor (a): Meg Cabot
Páginas: 504
Editora: Galera
Skoob || Goodreads
Compre: Amazon || Saraiva || Submarino

Sinopse: Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles.
Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita).
Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece e comete o erro de se apaixonar - Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio. É um lado negro que muitas pessoas, como uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiria vê-lo morto.
O problema é que Lucien já está morto. Talvez por isso ele é o primeiro cara que Meena já conheceu com quem ela poderia ter um futuro. Entenda, enquanto Meena sempre foi capaz de ver o futuro de todo mundo, ela nunca foi capaz olhar para o dela própria.
E quando Lucien é o que Meena jamais sonhou como namorado, de repente ele pode vir a ser tornar o seu pesadelo. Agora pode ser uma boa hora para Meena começar a aprender a prever seu próprio futuro. . . Se ela ainda tiver um.






Título: Mordida (Insaciável #2)
Autor (a): Meg Cabot
Páginas: 308
Editora: Galera
Skoob || Goodreads
Compre: Amazon || Saraiva || Submarino

Sinopse: O poder especial de Meena Harper finalmente será valorizado. A Guarda Palatina - uma poderosa unidade secreta que caça demônios - a contratou para trabalhar na filial de Manhattan. A questão é: seu ex-namorado, Lucien Antonesco, é filho do Drácula e o príncipe da escuridão. Tudo bem, Meena decidiu que já chega de vampiros em sua vida... Ao menos até que consiga provar que, mesmo não tendo alma, os seres demoníacos não perderam a capacidade de amar.



Tudo o que Meena Harper desejava era ter uma vida de paz fazendo o que mais gosta, escrever.

Entretanto, ter nascido com o dom de enxergar como as pessoas vão morrer não é um jeito muito ideal para chegar nisso porque ninguém gosta de ouvir semelhante coisa (ou disparate, vocês escolhem). Motivo pelo qual sua infância, e em especial, a adolescência, não foram os tempos mais generosos com ela, ainda mais quando os pais nunca fizeram muita questão de ajudá-la de modo efetivo com isso. Para piorar, alguns anos depois, ao conseguir salvar a vida do então namorado David, cujo tumor no cérebro poderia se tornar inoperável se não descoberto a tempo, a trocou pela enfermeira que dele cuidava, Brianna, com quem acabou por se casar e formar a família perfeita, inclusive com um bebê a caminho e um perfeito american way of life.

Em uma semana, porém, quando Meena acha que sua vida não podia ficar pior, já que ela, apesar de gostar de seu trabalho, é obrigada a aturar as constantes ausências de sua colega redatora Shoshana e não raramente fazer o trabalho que ela deveria fazer, acaba vendo sua vida profissional escrevendo a novela Insaciável quase indo pelo ralo quando sua colega é promovida ao cargo que Harper almejava: a de redatora-chefe. Tudo porque vampiros estão na moda e a emissora, que enfrenta uma crise de ibope com a atração, acaba enveredando por esse caminho graças às maquinações de Shoshana, que apesar de não ser muito competente como redatora, é sobrinha dos produtores e acaba atraindo um novo astro para a novela. No entanto, um alento sempre é uma boa coisa e tanto Meena quanto John são convidados para jantar no apartamento dos vizinhos de cima, um adorável casal chamado Emil e Mary Lou Antonesco. Nesse jantar, Meena Harper acaba conhecendo o primo de seu vizinho que veio da Romênia, Lucien.

“Depois de trinta anos, dez casamentos, quatro abortos espontâneos, um aborto voluntário, dois assassinatos, seis sequestros e uma gêmea má, Cheryl Trent ainda não tinha ganhado nenhum Day Time Emmy“.

Ela não imagina, porém, que conhecer Lucien Antonesco, e ainda se apaixonar por ele, pode se tornar um pesadelo muito pior do que ver sua pior rival sendo promovida e colocá-la em um caminho muito provavelmente sem volta e cheio de perigos e incertezas que respingam até mesmo em quem ela mais ama.

Seis meses depois do nada menos que desastroso final de Insaciável, Meena Harper agora trabalha na Guarda Palatina depois de ver a novela Insaciável sendo cancelada e seu emprego de roteirista indo por água abaixo. Ela agora finalmente tem um uso realmente útil para seu dom, com gente que realmente acredita no que ela diz, no que Meena ganha para isso apesar de ter ainda de conviver com as lembranças dos fatos ocorridos meio ano antes.

“Como poderia saber que a pessoa perfeita não estava parada na frente dela agora? Como qualquer um poderia saber? Era fácil. Ninguém sabia. As pessoas arriscavam. Talvez não pudesse ver o próprio futuro. Mas isso não significava que não tinha um.”

No entanto, quando se tem um dom como prever a morte das pessoas e um ex-namorado como Lucien Antonesco, a paz não dura para sempre e Meena novamente tem de lidar com o sobrenatural, agora sem saber em quem realmente confiar e muito menos sabendo o que está realmente acontecendo e quem está por trás.

Sem ser capaz de ver o próprio futuro, Meena Harper terá de batalhar por ele e fazer escolhas que podem ter consequências imprevisíveis, tanto para seu coração quanto para sua alma.






Os resumos acima foram escritos sem o mínimo de spoilers porque confesso, não sei exatamente por onde começo a resenha.

Posso, e vou, iniciar, dizendo que a série Insaciável, da conhecida autora Meggin Patricia Cabot, ou simplesmente Meg Cabot, ou Patricia Cabot, dependendo do gênero que ela está escrevendo no momento (chick-lit, romance de época ou sobrenatural) é aquela que você ou vai amar profundamente ou vai odiar com mais força ainda. Se não for pela trama, que a princípio parece das mais previsíveis, mas depois surpreende ao seu modo, vai ser pelos personagens ou pelo final definitivo no segundo livro que nos deixa entre achar uma frustração ou parabenizar a autora pela genialidade em construir a trama do segundo livro, ou sair do convencional ou, porque não, manter a coerência dos personagens. Porque sinto dizer que muitos autores, por quererem agradar demais o público, acabam criando sérias incoerências e não raro pisam feio na bola.

Já posso imediatamente falar que as edições dos livros, ambas da Galera Record, pelo menos em e-book, estão muito bonitas, com ótima diagramação, excelente fonte para leitura com um belo espaçamento, além das capas, que eu acredito combinarem muito com o que a autora quis passar com a história.

História essa que me deixou com uma impressão bem positiva da autora, que tem uma escrita muito fluída, direta e até mesmo um bocado brusca, já que Meg Cabot não tem floreios ou meios-termos. Além de não hesitar em colocar um monte de gente em perigo ou até mesmo matar para mostrar que a vida ao lado de um vampiro (sim, está na sinopse, portanto, não é spoiler), seja como um romance ou até mesmo convivência próxima, não é aquela maravilha que alguns autores (mais autoras, na verdade) pensam que pode ser. Francamente, eu posso dizer, com a mais absoluta honestidade que, mesmo envolvendo sobrenatural, Meg pôs um realismo tremendo na história. Pois como, me respondam, lidariam com o fato de que a pessoa por quem vocês se apaixonaram não apenas é um vampiro, filho de ninguém menos que o próprio Drácula histórico (se alguém reparou, o nome da protagonista é também uma referência), como é capaz de fazer uma coisa que poderia botar Nova York INTEIRA abaixo?

Ainda, apesar de sabermos desde um bocado antes quem é o vilão de Insaciável e o motivo dele, é impossível não se impressionar com o realismo da autora em mostrar como o dinheiro e a necessidade por visibilidade acabam fazendo com que os canais de televisão muitas vezes invistam em tramas de qualidade muito duvidosa e acabem indo por caminhos no mínimo inacreditáveis. (Posso citar as novelas Belaventura, da Record e a recente Deus Salve o Rei, da Globo.)

Além disso, tenho de admirar a teia que o vilão teceu com o objetivo de chegar até onde ele quase conseguiu porque a autora não deixa muitas pistas de como as coisas chegaram tão ligeiro naquele patamar e quando finalmente descobrimos, é um choque gigantesco porque a pessoa em questão conseguiu fazer isso sem que ninguém notasse e por conseguinte, impedisse. Isso que a Guarda Palatina (que realmente existiu em Roma) tem os melhores e mais bem treinados caçadores do mundo. Tem que ser MUITO gênio para passar a perna no próprio Vaticano, mesmo que por pouco tempo. Ainda que o vilão em questão tenha sido um covarde extremo ao cometer tais ações porque por pouco a Meena não perdeu tudo o que era mais precioso para ela.

O que nos leva à trama de Mordida, que não apenas continua a trama de Insaciável, mas também mostra as consequências muito desastrosas dos fatos finais do primeiro livro. O que inclui Meena agora trabalhando para a Guarda Palatina usando seu dom para evitar baixas excessivas entre os caçadores de vampiros e demônios, que estão em busca de Lucien Antonesco, agora revelado rei dos vampiros, arauto de Satã na Terra e outros apelidos bem menos carinhosos. Mas que ainda é apaixonado pela nossa agora muito desiludida protagonista, que não quer mais saber de qualquer relação com ele embora seu coração ainda bata forte pelo belo vampiro apesar de que começa a sentir algo mais por Alaric Wulff (insira aqui o facepalm do capitão Picard), que no primeiro livro era um turrão cabeça dura do caramba que eu muitas vezes queria matar, mas no segundo melhorou, mesmo que bem pouco. Assim como os personagens, que mantiveram sua coerência ao longo da série e até mesmo deram aquela melhorada, ainda que no geral a essência tenha permanecido.

A trama do segundo livro é bem mais intrincada, mas a leitura é igualmente fluida, ainda que a Meg Cabot não hesite em matar (na verdade transmutar) dois personagens inocentes (disse que não daria spoiler e estou mantendo isso de pé) para mostrar que quando se trata de covardia, os vilões chutam o pau junto com a barraca e ainda botam fogo. A transformação de um dos mencionados é o que faz o segundo livro andar e no passar desse caminho temos até menções ao Brasil e dois personagens brasileiros, o Padre Henrique e a Simone, uma das guardas.

Mas é claro que, se tratando da Meg Cabot e seu realismo, ainda que inserido no fantástico, descobrimos que nem mesmo a Guarda Palatina está livre de problemas, pois quando se descobre o que está realmente acontecendo e quem está por trás, fica impossível não achar a autora um gênio por não permitir que soubéssemos, antes que a coisa quase ficasse realmente impossível, a verdade.

Que é inacreditável a um nível que mais parece coisa de jogo de videogame, mas, explica não apenas o porque a Guarda Palatina não percebeu antes como também foi o mote para o final que com certeza deixou os leitores da autora com aquela sensação de frustração. Que não foi minha por um motivo: será que a Meena, se tivesse optado por outro caminho, teria tido paz alguma vez? Alguma chance de viver sem ser fugindo de meio mundo querendo te matar? Considerando que ela tinha pelo que continuar em frente (o irmão, o casal de amigos com uma filhinha pequena e, porque não, o Alaric), acredito que o final foi condizente com a postura da Meena em não ceder ao Lucien (ainda que a teimosia dela seja bem insistente, tipo a minha) e o único real modo de resolver a situação que chegou perto de um ponto sem volta. Ou acontecia aquilo ou a ladeira ia descer ainda mais fundo e nem mesmo a nata da Guarda Palatina seria capaz de fazer algo efetivo porque ela própria estava muito encrencada. Quando digo isso, acreditem, o negócio estava mesmo MUITO ruim.

Dei cinco estrelas ao primeiro livro porque realmente gostei muito dele e quatro para o segundo porque achei que, apesar do final, até certo ponto, condizente com o que estava acontecendo até então, faltou resolução em alguns pontos. Inclusive acredito que poderia haver mais um livro, mas, creio que as coisas ficaram bem fechadas a ponto de isso não ser necessário, apesar de que uns dois ou três contos poderiam dar conta de atar as pontas que ficaram soltas, que não foram muitas e na verdade são mais coisa pessoal do que propriamente um consenso.

Por fim, eu recomendo a série, não de olhos fechados porque assim como eu gostei, muita gente pode não gostar ou até mesmo desejar matar a autora, cuja série que resenhei aqui foi minha primeira experiência com ela. Uma experiência que foi positiva para mim, mas pode não ser para outros. Assim, fica ao critério de vocês ler e me dizer o que acham e para quem leu, ponha nos comentários o que achou. (Sem spoilers, por favor.)








Renata Cezimbra
Professora desempregada, leitora voraz,
escritora doida e vampiróloga amadora.
32 Comentários | BLOGGER
Comentários | FACEBOOK

32 comentários:

  1. Olá!
    Conheci os livros da Meg quando estava no ensino fundamental e até hoje o que mais gostei foi a saga "A Mediadora". Pela sinopse desse livro, acredito que tenha a mesma pegada do que eu gosto e por isso já fiquei bem curiosa e ansiosa para ler, espero conseguir em breve!
    Abraços

    ResponderExcluir
  2. Eu li esse livro há muito tempo e lembro que curti a leitura, porém não sei se curti o bastante para continuar a série. De qualquer forma, pretendo tentar ler o próximo um dia.
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

    ResponderExcluir
  3. Oi, tudo bem?
    Faz muito tempo que não leio resenhas do livro da Meg Cabot!
    Nunca li nenhum livro escrito por ela, mas na época da escola tinha uma amiga que era apaixonada por tudo que ela escrevia.
    Parabéns pela resenha!

    Beijos e abraços
    http://vickyalmeida.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  4. Oi, renata. parece um ótimo livro, ou melhor uma ótima duologia, cheia de surpresas. Gostei de saber dessa evolução dos personagens ao longo da trama, mas que pena que não fechou com chave de ouro. Boa sorte nas próximas leituras de obras dessa autora.

    ResponderExcluir
  5. Não conhecia nenhum dos dois livros e só pela resenha, dupla, eu fiquei co, essa impressão de amar ou odiar, apesar de gostar do fato da autora não ter floreios. Uma pena o segundo livro deixar pontas soltas, mas no geral parece que é uma leitura que vale a pena.

    Abraços.
    https://cabinedeleitura0.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  6. Olá! Gosto muito da escrita da Meg, e prefiro os romances sobrenaturais que ela escreve. Diga- se de passagem que haja criatividade, porque todo dia tem livro novo dessa mulher.
    Não conhecia essa série em especial, e gostei muito de como ela misturou uma vida moderna com criaturas antigas e dons especiais. Achei o romance entre os protagonistas promissor, pois uma vê como cada pessoa morre e o outro já está morto. Gostei muito da dica!
    Bjoxx - http://www.stalker-literaria.com/

    ResponderExcluir
  7. Oi!

    Eu nunca li nada a Meg Cabot, tenho muita vontade, mas sempre achei meio juvenil demais. Essa série me parece ser diferente, eu gostei bastante dos seus comentários, principalmente de como foi feito e desencadeado o objetivo da trama. Anotei a dica por aqui!

    beijos =)

    ResponderExcluir
  8. Gostei muito da sua resenha,não li nenhuma obra da Meg e pude conhecer um pouco com sua resenha.
    Vi alguns livros dela na biblioteca da minha escola, e estou com muita vontade de pegá-los emprestados. Espero gostar das histórias.
    Beijos!

    ResponderExcluir
  9. Não vou ler essas histórias! De jeito nenhum!kkkkkk... Sua resenha já me deu uma boa ideia do que eu encontraria e tenho certeza absoluta de que eu faria parte do grupo que desejaria matar a autora.rsrs Sério! Não aguento qualquer trama, sobretudo qualquer final. Leio livros com finais infelizes (ou diferentes do que eu desejaria e, portanto, infelizes para mim), mas prefiro MIL vezes as histórias com finais fechados e maravilhosos, em que o amor dos protagonistas vence e o mundo fica perfeito. É clichê e irreal, mas é assim que eu gosto.

    Isso não significa que eu não leia e ame diversos gêneros diferentes, como thrillers que raramente têm um final esperado ou desejado, mas Insaciável e Mordida parecem ter uma pegada de "romance de amor" e não sei se suportaria um final que desconstruísse isso. Prefiro não ler a história.

    ResponderExcluir
  10. Tudo bem? Não li nada dessa série insaciável. Eu curto alguns livros da autora.. Mas não são todos. Eu curto a escrita da Meg, mas nem todos os gêneros que ela escreve me agradam.

    Gostei das resenhas.
    Beijos.

    www.alempaginas.com

    ResponderExcluir
  11. Olá! Gostei muito do enredo. Não estou no pique de sobrenatural no momento, mas já fui obcecada. Espero voltar a ler em breve porque sempre lia muito rápida e ficava muito envolvida. Ótima resenha!
    Beijos

    ResponderExcluir
  12. Sua resenha está incrível, você escreve muito bem! Sabe que eu nunca li essa série, sempre ouvi falar, mas faltou um empurrãozinho para querer ler. Depois de conferir sua resenha confesso que eu fiquei bem empolgada para conferir alguns pontos que você citou e saber se eu vou gostar ou não.
    beijos
    www.apenasumvicio.com

    ResponderExcluir
  13. Oi renata, nunca li nada desta autora e quando você disse que esses livros são para amar ou odiar, acho que pertenço ao segundo grupo, por isso deixarei a dia passar hoje.
    Beijos

    ResponderExcluir
  14. Oi Renata. Nunca li nada dessa autora, e inicialmente (capa e título) não me chamou atenção. Mas confesso que depois da sua resenha fiquei bem curiosa. Vou adicionar a minha lista de desejados.
    Beijos. Versos da Alma

    ResponderExcluir
  15. Olá, tudo bem? Hahah então ia levantar justamente essa questão, a maioria das resenhas que li não falava muito bem da duologia, e apesar de amar a autora, nunca fiquei tentada a lê-la mesmo sobrenatural ser do meu interesse. Sua resenha me deu um outro olhar e quem sabe futuramente eu dê uma chance?! Adorei!
    Beijos,
    http://diariasleituras.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  16. Olá Renata!!!
    Eu só tive contato com a autora apenas uma vez e foi no conto do livro "Formaturas Infernais", apesar da experiência com a mesma ter sido boa ainda quero ler os livros da mesma para ver qual realmente é minha opinião.
    Eu estou com esses livros na minha lista de leitura a décadas, mas estou vendo o momento "certo" para isso.
    Gostei de você dizer que ele é daqueles livros 8 ou 80, então será algo que irei sem expectativa e quem sabe isso acabe me agradando como agradou você.
    As capas realmente são muito bonitas e fico feliz que tem relação com as histórias ^^

    lereliterario.blogspot.com

    ResponderExcluir
  17. Uaw! Que resenha!
    Só li um trilogia de Meg e não curti muito.
    Dizem que foi uma das piores dela, e que essa da sua resenha, em especial, é uma série maravilhosa.
    Sempre tive curiosidade em ler.
    Sua resenha ficou ótima!

    Beijinhos!

    #Ana Souza
    https://literakaos.wordpress.com

    ResponderExcluir
  18. Olá, eu nunca li nada dessa autora tenho curiosidade de ler os romances de época, gostei da sua resenha mais esse livros não chamam mais a minha atenção então passo essa dica

    ResponderExcluir
  19. confesso que nao sou muito fã da autora, teve uma época em que todo mundo s o falava dela e acabei pegando raiva hahaha
    as capas são bem bonitas, um dia quem sabe vou dar uma chance

    ResponderExcluir
  20. Olá Renata, ainda não tive chance de ler nenhum livro da autora, mas pelos seus comentários essa duologia parece estar bem bacana *-* Adorei a dica.

    ResponderExcluir
  21. Olá, conheço a escrita da Meg, é engraçada e de entretenimento, mas essa série em especial não conhecia, me parece diferente do que já li dela então preciso ler e me deliciar ou quem sabe odiar, mas preciso ler.

    ResponderExcluir
  22. Olá!
    confesso que curto mas não amo a Meg. Tentei ler dois clássicos, mas eles não me conquistaram, então não posso afirmar que lerei os livros, talvez não aconteça. Mas eu curti sua resenha que foi bem desenhada e empolgante.
    Dessa vez, não vou anotar a dica, mas vou ficar de olhos nos próximos posts.
    Bjks

    ResponderExcluir
  23. Oiee ^^
    Gosto bastante de alguns livros da Meg que li, principalmente os da série "A mediadora", mas andei lendo outros que não me agradaram muito. Confesso que nunca senti muita vontade de ler esses livros *-* Sempre achei que eram três ou quatro livros kkk' uma pena que o segundo tenha sido um pouco mais fraco, a autora podia lançar uns contos para dar uma melhor amarrada, né?
    MilkMilks ♥
    http://shakedepalavras.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  24. Oie, tudo bom?
    Eu tenho esses dois livros em casa mas ainda não li! Comprei pela capa e acabaram ficando lá, rs. Amei a resenh, gostei da sinceridade ao mencionar como o segundo peca um pouco perto do primeiro. Nunca li nada da autora mas quero conhecer mais da sua escrita!

    ResponderExcluir
  25. Oii! Eu particularmente amoo a escrita da Meg desde que eu li a série A Mediadora <3. Eu baixei essa duologia em pdf já faz um tempinho e tenho muita curiosidade em conferir, principalmente por ser um romance sobrenatural. Adorei a sua resenha e também gostei de saber a sua opinião sobre as duas obras, pena que o segundo não foi tão bom quanto o primeiro. Obrigada pela dica e espero gostar da história, bjss!

    ResponderExcluir
  26. Olá! Tudo bom?

    Já tentei ler livros da autora antes porém não me prendeu de nenhuma forma e acabei abandonando a obra. Enfim, fico contente em saber que esse tem um modo diferente já que eu adoro essa de sobrenatural, vampiros etc. Achei bem interessante, principalmente o primeiro, já anotei aqui a dica ♥

    Um beijo

    ResponderExcluir
  27. Oiiii,

    Adoro a escrita da Meg, acho de uma fluidez apaixonante é impossível de largar as obras. Se eu tivesse lido esta resenha a uns 2 anos eu teria achando interessante o enredo, mas deixado para lá porque realmente já estava saturada de vampiros. Só que você deixou os pontos tão claros, o envolvimento e a maneira como a autora conduziu a estória te deixou tão surpresa que não teve como não querer ler a obra. Já super anotei a dica aqui!

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com

    ResponderExcluir
  28. Amo quanto os autores sabem ser diretos e mantém a originalidade.
    Uma pena que esse tenha seguido o mal do volume 2. Ainda assim, adoraria conhecer melhor a história.
    Bjim!
    Tammy

    ResponderExcluir
  29. Oi.

    Eu até conheço esses livros da autora, mas até hoje só li A Mediadora mesmo e um romance de época que eu acabei não gostando. Mas agora que conheci um pouco mais sobre esse livro, quero muito ler. Ainda mais por ser o tipo que eu gosto. Já anotei a dica.

    ResponderExcluir
  30. Oi, Renata!
    Eu adoro os livros da Meg, os de época são os meus preferidos. Eu ainda não li essa série e confesso que acabei perdendo um pouco do interesse pelo gênero. No momento não é uma leitura que tenho prioridade, mas talvez leia um dia.

    Beijos,

    Rafa - Fascinada por Histórias

    ResponderExcluir
  31. Olá!
    Eu nunca li nada da autora. Suas histórias com o toque sobrenatural são as que mais me chamam a atenção por gostar do gênero. Fiquei bem curiosa com a dose de realismo referente os personagens e mais curiosa com a decisão final da protagonista. Enfim, só mesmo lendo para compreender todo o teor de sua opinião. Adorei a dica.
    Bjim!
    Tammy

    ResponderExcluir
  32. Olá, tudo bem?

    Eu já tentei ler um livro da Meg Cabot, um chick-lit, mas a leitura não fluiu do jeito que eu gostaria que tivesse fluído. Não sei se, por se tratar de um tema sobrenatural, esta série seria a melhor escolha para mim. Ainda estou em dúvida, mesmo depois de anos de seus lançamentos.

    Beijos
    @blogodiariodoleitor

    ResponderExcluir

 
© Galáxia de Ideias, VERSION: 01 - BLUE UNIVERSE - janeiro/2018. Todos os direitos reservados.
Criado por: Maidy Lacerda. Widget inspirado/base do menu por MadlyLuv
Tecnologia do Blogger.
imagem-logo