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[Resenha] A casa do lago - por Kate Morton

13 abril 2018

Título: A casa do lago
Autor (a): Kate Morton
Páginas: 464
Editora: Arqueiro
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Compre: Amazon || Submarino || Americanas

Sinopse: A casa da família Edevane está pronta para a aguardada festa do solstício de 1933. Alice, uma jovem e promissora escritora, tem ainda mais motivos para comemorar: ela não só criou um desfecho surpreendente para seu primeiro livro como está secretamente apaixonada. Porém, à meia-noite, enquanto os fogos de artifício iluminam o céu, os Edevanes sofrem uma perda devastadora que os leva a deixar a mansão para sempre.
Setenta anos depois, após um caso problemático, a detetive Sadie Sparrow é obrigada a tirar uma licença e se retira para o chalé do avô na Cornualha. Certo dia, ela se depara com uma casa abandonada rodeada por um bosque e descobre a história de um bebê que desapareceu sem deixar rastros.
A investigação fará com que seu caminho se encontre com o de uma famosa escritora policial. Já uma senhora, Alice Edevane trama a vida de forma tão perfeita quanto seus livros, até que a detetive surge para fazer perguntas sobre o seu passado, procurando desencavar uma complexa rede de segredos de que Alice sempre tentou fugir.
Em A Casa do Lago, Kate Morton guia o leitor pelos meandros da memória e da dissimulação, não o deixando entrever nem por um momento o desenlace desta história encantadora e melancólica.


"– Você está procurando algo que nunca vai encontrar – disse Donald. – Às vezes, Sparrow... não toda hora, mas, às vezes, as coisas são tão simples quanto parecem."

Era o verão de 2003, e Sadddi Sparrow, uma policial dedicada e meticulosa estava passando algumas semanas na Cornualha, interior da Inglaterra, após um caso incontrolável surgido em seu trabalho, que acabou lhe causando problemas e resultou em férias forçadas. O hobby diário da policial era sair para correr com os cães de Bertie, o avô, para quem ela resolvera fazer companhia naquele recolhimento. Em certa manhã, enquanto um dos cães se perdeu e se desviou da rota original, Sadie o segue para resgatá-lo de uma armadilha, e encontra, no meio do bosque uma casa que trazia traços belos mas decadentes, e que aparentava estar abandonada há muito tempo. Após passar em frente às janelas, e se espantar com os resquícios de humanidade que havia ali, como livros abertos e deixados pela metade, como se os moradores tivessem saído às pressas, Sadie volta para a casa do avô e questiona para ele e para outras pessoas da redondeza o que seria aquela casa e porque ela estava naquele estado. É assim  que surpresa e chocada, Sadie descobre que ali naquele lugar houve um grande crime, envolvendo um bebê, um criminoso desconhecido e motivos escusos que marcou para sempre a feliz família Edevane...


"Ela pôs a bolsa dentro do buraco e, por uma fração de segundo, a lua pareceu espiar por trás de uma nuvem. As lágrimas ameaçaram cair quando ela repôs a terra no lugar, mas lutou contra aquele sentimento. O pranto seria uma indulgência que ela se recusava a conceder a si mesma. Alisou o chão batendo as mãos contra o solo e pisoteou com as botas até ficar sem fôlego.
Pronto. Estava feito.
Ocorreu-lhe que deveria dizer alguma coisa antes de deixar aquele lugar solitário, algo sobre a morte da inocência, o profundo remorso que sempre a seguiria. Porém, não disse nada. A simples vontade já a envergonhava."

Em 1933, Os Edevanes eram um casal feliz, que contavam com mais de vinte anos de casamento. O pai, Anthony, era um belo homem, devotado à esposa, Eleanor, uma mulher linda e impecável. Para completar o belo quadro, a família era composta por três filhas: Deborah, a mais velha, Alice, a filha do meio e aspirante a escritora e a caçula, Clementine, uma menina aventureira, e, realizando um sonho muito antigo, no último verão nascera Theo, o almejado menino que trouxe felicidade para a casa antes calada. Porém, em uma noite que era para ser perfeita, na qual os reclusos edevanes dariam a sua famosa festa anual de solstício, à qual todos compareciam, logo a meia noite, quando os fogos estouraram e o espetáculo voltou os olhos de todos para os céus da propriedade Loeanneth, algo ou alguém desconhecido fez com que o bebê Theo, que repousava tranquilo alguns minutos antes em seu berço, desaparecesse sem deixar rastros, e, embora tenha havido dezenas de pistas e investigações, nada apareceu, até setenta anos depois quando Sadie Sparrow se deparou com a casa abandonada, e se dispôs a mexer naquele caso sem solução, tentando contar com a ajuda de Alice, a irmã do garotinho que agora se tornara escritora, e nessa caminhada Sadie encontra segredos muito bem guardados que as pessoas não desejam que venham à tona, histórias escondidas e uma diversidade de motivações, que talvez levem à um desfecho do triste caso.

"Às vezes, “intuições” não são tão etéreas quanto parecem. Às vezes, são apenas o produto de observações que não percebemos que estamos fazendo."

Com narrativa fluída, viciante e que forma uma teia de histórias, suspeitos e motivos, Kate Morton constrói em a casa do lago uma história investigativa fascinante, que tem a possibilidade de nos deixar de coração acelerado e ouvidos atentos para a menor pista desde a primeira até a última página.

"– Somos todos vítimas da nossa experiência humana – continuou Alice –, aptos a ver o presente através da lente do nosso passado."







Desde que vi o lançamento de A casa do lago, imediatamente me senti impelida a lê-lo, principalmente por fazer o gênero que gosto: drama familiar envolvendo um suspense. Mas, assim que começaram a sair feedbacks sobre a obra, meu ânimo baixou, uma vez que as pessoas começaram a criticá-lo em alguns momentos, e alegaram que ele era um pouco menos do que esperavam. Mas, como opiniões negativas não me levam a desistir, e só fazem eu adiar a leitura, esse ano, buscando alguns livros de 2017 que deixei para trás, resolvi então ler A casa do lago, e ele  foi, em primeiro lugar, uma grata surpresa e também uma obra muito rica, que me fez viajar entre as suas páginas, e me fez mergulhar em cada tempo e em cada história que estava sendo descrita, e, como eu já desejava há muito tempo conhecer a escrita de Kate Morton, apenas estava procrastinando para iniciar uma obra dela, essa foi a oportunidade perfeita, e, diga-se de passagem, quase completamente satisfatória.







Em primeiro lugar, a autora tem uma escrita fácil e envolvente, e descreve tudo com muita clareza e intensidade, o que faz com que consigamos ir a fundo na história, e nos leva a sentir uma dezena de sentimentos por cada um dos personagens que conhecemos. E, conhecemos muitos deles, preciso dizer, pois a autora tem um método narrativo, no qual ela anda, entre idas e vindas no tempo e no espaço, por muitos pontos de vista, sendo que a narrativa abarca a maioria dos personagens principais, o que alimenta nossa curiosidade e faz com que nos deparemos com diversos pensamentos que se contradizem, e ficamos sem saber quem está certo, qual visão é mais confiável, e por aí vai. Além disso, esse livro, embora gire em torno de um suspense pelo sumiço do bebê, nas voltas que ele dá, para apresentar os fatos sobre a História, encontramos muito mais que um suspense, pois há aqui envolvidos tralmas da primeira guerra mundial, expectativas, amizades, traições, sonhos, casamento, dentre muitos outros assuntos que formam um mosaico bem diversificado e até mesmo fascinante.







Mas, apesar dessa mescla de assuntos e pontos de vista ter sido um ponto bem positivo no livro, ele foi, ao mesmo tempo, o ponto que me fez retirar uma estrelinha da nota final. Sim, eu sei, isso soa meio contraditório e realmente o é, mas o fato é que apesar de ser interessante demais ver tantos pontos de vista e tantas histórias da vida de todos que se entrelaçam com a solução do caso, ao mesmo tempo há momentos em que temos a impressão de que a autora poderia ter sido muito mais sucinta e abreviado muitas das coisas que ela nos narra, e olhe que eu sou uma detalhista nata, mas  aqui em alguns momentos isso me fez perder o fio condutor da história e me entediou, embora logo já voltava para a empolgação inicial, tudo isso devido a incrível narrativa dessa autora.

Outro ponto que se mostrou muito interessante, foi a forma como Kate Morton explorou todas as relações inseridas na obra, sendo elas de marido e mulher, de amigos, conhecidos, e o quanto relações possuem a profunda capacidade de abalar uma vida inteira. Ainda, falando em relações, há diversos romances espalhados ao longo da trama, e eles são muito bem conduzidos e intrigantes, mas em nenhum momento tiram o foco dos outros pontos, que são sempre muito bem equilibrados, e a autora conseguiu dar igual atenção para o romance, o drama, o viés meio histórico e também para o suspense.







Não acho que esse livro tenha algum protagonista muito específico, principalmente por esse vai e vem nas narrações, então a cada momento que um personagem aparecia, imediatamente ele conseguia dominar os meus pensamentos e se tornar o grande protagonista do momento. Mas, dentre os que mais me marcaram, estão o casal Edevane, Eleanor  e Anthony, e gostei demais de acompanhar toda a sua relação desde o início muito apaixonado, a ida dele para a guerra, os altos e baixos que vieram depois, e o eterno apoio mútuo e as promessas. Além disso, o bebê Theo com certeza conquistou o meu coração, e desenvolvi um forte afeto por ele quando víamos passagens de sua vida de bebê.
Como ocorre muito em livros que alternam entre presente e passado, as personagens do presente não me chamaram muita atenção, e a policial, Sadie, não me conquistou e seu jeito impulsivo me irritou, mas parece que em todos os suspenses temos alguma mocinha impulsiva que faz mil bobagens até conseguir chegar na resolução do caso, não é? Há ainda Alice, que está tanto na parte do passado, enquanto uma adolescente apaixonada, e no presente, enquanto uma senhora que escreve livros de suspense, mas, devido aos seus tantos segredos e também seu ar um tanto seco na velhice, não foi alguém por quem eu desenvolvi forte afeto.







O livro é dividido em 35 capítulos bastante grandes, e a narração é em terceira pessoa, embora o foco se dirija para as ações e pensamentos de cada um dos personagens, e encontramos variações desse foco dentro de um mesmo capítulo. Ainda, o tempo se divide em vários anos das vidas dos personagens, e encontramos passagens de 1913, por exemplo, até 2003, mas não tive dificuldades relativamente a essas mudanças, uma vez que elas são todas bem sinalizadas.







A casa do lago é um enredo tenso, instigante, dramático e arrebatador, que deve ser lido por todos os leitores que gostam de boas tramas intrincadas, e para aqueles que se sentirem impacientes no correr do livro e pensarem em abandoná-lo, aconselho que não o façam, porque embora tenha tantos detalhes, no fim todos se encaixam e valem a pena, e formam um livro marcante e nos deixam com uma vontade tremenda de ler mais um livro da autora, que inclusive chegará em junho pela Editora Arqueiro.









Tamara Padilha
Leitora compulsiva com foco em quase todos os gêneros
(exceto os romances de época e ficção científica).
Apaixonada por escrita, e em breve bacharel em direito.
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21 comentários:

  1. Que super resenha, amei! Ainda não li mas já me interessei :D

    http://submersa-em-palavras.blogspot.com.br/

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  2. Olá Tamara, como vai?
    Menina suas fotos ficaram maravilhosas, parabéns pela criatividade!
    Olha eu não conheço esse livro mas, gostei muito da sua resenha, me deixou com vontade de ler o livro.

    Beijos e abraços
    http://vickyalmeida.blogspot.com.br/

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  3. Oi
    Infelizmente, não curti muito o enredo da história apesar de achar que para o pessoal que gosta desse gênero deve ser interessante. Essa capa é bem bonita.
    Beijo
    Raquel Machado
    Leitura kriativa
    Http://leiturakriativa.blogspot.com

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  4. Oi, tudo bem?
    Já ouvi falar muito da autora, mas ainda não li nada dela. Este da resenha uma amiga me indicou e estou super curiosa para ler. É a primeira resenha que leio e agora entendo pq minha amiga faz tanta questão que leia! Amei sua resenha, amei a dica e anotada!
    http://colecionandoromances.blogspot.com.br/

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  5. Olá!
    Eu como fã de suspense não posso deixar de conferir!
    Bjs e obrigada pela dica!

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  6. Oi!
    Eu já tinha ouvido falar do livro, mas como não curo muito o gênero não tinha procurado saber mais sobre ele. Lendo sua resenha eu fiquei bem curiosa para ler. Adorei a dica!

    Beijos!
    www.manuscritoliterario.com.br

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  7. O caso que Sadie tenta resolver, depois de tantos anos é no minimo curioso, acredito que conhecer a história dos Edevanes realmente seja algo viciante, ainda mais para mim que sou mega curiosa. Só tenho medo da sua ressalva quanto ao excesso de descrição da autora, mas acho que a trama compensa. Dica anotada.

    Abraços.
    https://cabinedeleitura0.blogspot.com/

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  8. Oiiiii,

    Eu já li muitas críticas ruins sobre este livro, e apesar de não ser muito o meu gênero, eu sempre tive muita vontade de ter este livro so porque acho a capa dele maravilhosa! Kkkkkk achei sua resenha interessante porque é alguém que tinha desanimado com a leitura depois das críticas, mas que ainda assim soube aproveitar. Espero poder comprar o livro em breve.

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com

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  9. olá... bom que vc não se deixou levar por opiniões negativas sobre a obra e deu uma chance pra ela, encontrando boas horas de deleite em suas páginas ^^
    gosto de dramas com essa vibe de mistério e idas e vindas no passado e presente pra se contar a história...
    se tiver chance, lerei...
    bjs ^^

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  10. Olá!
    Eu, como você, fiquei curiosa sobre esse livro desde que o vi como lançamento ano passado, mas, ao ler alguma opiniões, fiquei também um pouco desanimada. Como não tinha como adquirir um exemplar naquele momento, adiei sem dor na consciência, mas após ler a sua resenha eu já fiquei curiosa. Anotando aqui e subindo ele na listinha!
    Abraços

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  11. Olá! Confesso que eu geralmente fujo um pouco desse gênero porque sou meio lerda e sempre acabo desconectada do livro sem entender nada, entretanto saber que a leitura é fluída e bem explícita me deixou com vontade de conferir e tirar minhas próprias conclusões. Dica super anotada! Beijos.

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  12. Oi, tenho visto muitas resenhas sobre esse livro e estou ficando curiosa sobre a história. geralmente não é um livro com gênero que eu leio muito mas tanta resenha positivo me deixou bastante interessada.
    Bjs

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  13. Oi Tamara.
    O enredo desse livro chama bastante minha atenção.
    Eu adoro quando o autor consegue narrar vários pontos de vistas, em vários momentos diferentes, sem deixar a obra confusa. Mas realmente isso torna um pouco mais difícil nos apegarmos aos personagens.
    Adorei a resenha.
    Pretendo ler a obra em breve.
    Beijos.

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  14. Oi, Tamara! Existem livros em que os detalhes às vezes atrapalham, mas em outros eles são enriquecedores. Pelo visto o que acontece nesse livro é o segundo caso, embora em ambos os casos pode fazer com que a leitura fique cansativa. Mas eu acho que nesse caso, vale muito a pena perseverar, como você disse.
    Bjos
    Lucy - Por essas páginas

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  15. Não me lembro de já ter lido uma resenha sobre esse livro, antes da sua. Se li esqueci. Mas enfim... Gostei da trama geral e de saber que vale a pena ler até a última página. Leituras detalhistas muitas vezes cansam mesmo é normal isso. Vou considerar ler esse livro um dia, já que é o tipo de leitura que me agrada bastante. Bexus @entrelivroseexpressos

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  16. Olá!!
    Já tinha ouvido falar desse livro mas ainda não sabia bem do que se tratava a estória,e só em ler a sinopse a curiosidade bateu alto aqui...adoro qnd a autora misturas passado e presente e já louca pra saber o que realmente aconteceu com o bebê!!
    Dica anotada :)

    http://livroaoavesso.blogspot.com.br/2018/04/resenha-amanha-eu-paro-gilles.html

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  17. Olá, tudo bom?

    Eu gosto de tramas intrincadas, que envolve família e suspense. Então estava querendo ler esse livro, mas eu acabo postergando a leitura por ter medo de não gostar. Como é dividido em ponto de vista de diversos personagens, não se se conseguirei me conectar com a história. Eu gosto quando a narração é focada em mais de um personagem, mas quando são muitos, posso acabar me perdendo. E você, sendo detalhista, já achou exagerado o tipo de narração, então tenho que me preparar pois sei que, em alguns momentos, posso ficar entediada com a leitura. Mas espero ler logo <3

    Enfim, adorei a postagem e agradeço a indicação :)
    Abraços.

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  18. Olá, tudo bem?
    Eu sempre vejo muitos elogios para esse livro. A sinopse é muito boa e parece que a trama foi bem construída pela autora. Mesmo não sendo um estilo que eu gosto muito, fiquei curiosa para ler. No entanto, o fato da narrativa ter essas idas e vindas e passar por muitas perspectivas é algo que pode me incomodar e me deixa com um certo receio. Normalmente, isso é algo que quebra o ritmo da leitura para mim.
    De qualquer forma, adorei sua resenha e vou anotar a dica de leitura para ler futuramente.
    Beijos!

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  19. Cada dia é mais agradável ler suas resenhas!!!
    Eu li este livro na época do lançamento e confesso que fui uma das pessoas que o criticou negativamente. Achei muito enrolado e a escrita da autora não me envolveu como eu imaginava. Mas apesar disso, a história é muito boa.
    beijos

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  20. Olá
    Confesso que eu não conhecia essa obra, mas confesso que apesar de adorar um bom suspense, acredito que esse livro nao é pra mim... a historia pra me prender precisa ser extremamente fluida e fiquei meio assim com o que disse na resenha.

    beijos,
    Mayara

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  21. Olá, tudo bom?
    Adoro suspenses repletos de drama, instigantes e extremamente envolventes, então acho que é um livro para mim! rs Outro ponto que adoro é essa alternância entre passado e presente. Isso costuma aguçar muito minha curiosidade, então fiquei ainda mais curiosa, ainda que exista esses excessos de descrição.
    Dica mais que anotada!
    Beijos!

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